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Pesquisadores destacam vantagens dos modelos de produção sustentáveis

06 09 LTC NotíciaA Embrapa desenvolve projetos em campo e na internet para conscientizar produtores dos ganhos e oportunidades que a sustentabilidade traz.

O Brasil assumiu um compromisso global para reduzir gases responsáveis pelo efeito estufa. A agropecuária tem um papel importante nesse movimento e, cada vez mais, popularizam-se os modelos de produção sustentável. A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) oferece capacitações online na plataforma e-Campo, para aproximar produtores dessa tendência. “O objetivo é alcançar esse contingente imenso de produtores que usam dispositivos móveis”, conta o pesquisador e diretor executivo da Inovação e Tecnologia da entidade, Cléber Soares.

Em campo, a instituição desenvolve o projeto Biomas em parceria com agricultores. São pesquisas relacionadas à manutenção das identidades biológicas de cada região. O pesquisador da unidade Cerrados Felipe Ribeiro explica que a preocupação é evidenciar o retorno econômico da sustentabilidade. “Como isso está encaixado dentro daquilo que ele acha que tem como obrigação, da nova legislação do código florestal”, diz.

Além do cumprimento da legislação ambiental, a iniciativa traz uma nova possibilidade: a extração vegetal, que oferece diferentes oportunidades em cada um dos seis biomas brasileiros. “Na amazônia, temos diversos casos de sucesso. Com as tecnologias de material genético, irrigação e produção desenvolvidas pela Embrapa, a região pode produzir açaí ao longo do ano”, exemplifica.

O pesquisador Eduardo Assad destaca que o agricultor tem reduzido o consumo de fertilizantes nitrogenados. “A gente já está melhorando isso, fazendo fixação biológica de nitrogênio em gramíneas. Você reduz a emissão de óxido nitroso e com isso ajuda a controlar um pouco o impacto no aquecimento global”, afirma.

O desenvolvimento tecnológico contribuiu muito para a preservação de recursos naturais, diz o pesquisador Evarista de Miranda. “Plantio direto, verticalização da agricultura, integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF); na área que usamos, temos exemplos tecnológicos de primeira linha”, declara.

O chefe-geral da unidade Meio Ambiente, Marcelo Morandi, destaca que o toda a cadeia quer produtos que respeitem o meio ambiente, as relações de trabalho e a remuneração, trazendo segurança e qualidade. “O consumidor na cidade quer e o produtor no campo precisa, porque isso vai trazer a ele a condição de ter renda e colocar o produto com qualidade no mercado”, diz.

Servindo de exemplo

Na granja de Alexandre Cenci, o trabalho não se restringe ao fornecimento de carne suína para frigoríficos. Os dejetos dos animais vão para tanques, onde o material é separado. As partes sólidas são reaproveitadas para compostagem e as líquidas e gasosas são encaminhadas para os biodigestores, onde ficam armazenados por cerca de 30 dias, quando são canalizados para rodar turbinas geradoras de energia elétrica.

Todo o sistema está aberto para interessados em reproduzir as tecnologias empregadas. De acordo com o produtor, a ideia é formar futuros profissionais e compartilhar informações. “Acho importante a gente deixar para as futuras gerações um mundo melhor do que aquele que recebemos, preservar esses insumos”, declara.

Clique AQUI  e confira o vídeo da notícia.

 

 

Ouvidos Atentos ao Especialista

noticia-dagosto-caminhoneirosPor: William Montarroyos | 06 jun 2018

Recentemente, devido à greve dos caminhoneiros, nosso país enfrentou uma das piores crises de abastecimento da história. A falta de recursos, sejam básicos ou indispensáveis parou quase todo sistema de transportes de carga ou de pessoas e é claro parou também o país. Carros, ônibus, motocicletas e até aviões, bem com diversos outros veículos e maquinas ficaram simplesmente inutilizados por falta do combustível que não chegava aos postos de abastecimento. Em meio a tamanha crise a imprensa se desdobrou para manter a população informada sobre os impactos e as alternativas para os problemas de mobilidade de pessoas e abastecimento de cargas.

Nessas horas um especialista é fundamental para ajudar a traçar os possíveis cenários. Então, durante o período mais crítico da greve, diversos veículos da imprensa entraram em contato com o Doutor em Engenharia de Transportes Márcio D’Agosto, Coordenador do Laboratório de Transporte de Carga (LTC) e professor do Programa de Engenharia de Transportes da COPPE/UFRJ para marcar entrevistas, pedir informações e esclarecer dúvidas de interesse público.

Márcio D’Agosto concedeu, ao todo, oito entrevistas, para a TV e jornais impressos e online. Confira cada uma das reportagens realizadas durante a greve que parou o Brasil acessando os links abaixo.

24/05/2018 - Repórter Brasil, TV Brasil (EBC)

Falta de combustível afeta transporte público do Rio de Janeiro

25/05/2018 – Jornal das 10, GloboNews

Dependência das estradas: 61% da carga brasileira é transportada por rodovias

28/05/2018 – UOL Economia

Se Brasil é autossuficiente em petróleo, por que importa tanto combustível?

30/05/2018 - RJ TV 2ª Edição (TV Globo)

Especialistas afirmam abastecimento ainda vai demorar a ser normalizado

30/05/2018 – Gazeta do Povo

Um terço das ferrovias do país foi construído no Brasil Imperial

31/05/2018 – Folha de São Paulo

Novo frete mínimo pode piorar vida do caminhoneiro

01/06/2018 - Repórter Brasil, TV Brasil (EBC)

Crise reacende debate sobre combustíveis alternativos

03/06/2018 – Folha de São Paulo

Maior transportadora do país começou com caminhão de verduras

 

 

III Workshop Cenários Prospectivos Futuros para o uso de Energia em Transportes supera as expectativas dos participantes

 

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Ocorrido no dia 18 de dezembro de 2017 no auditório da COPPE/UFRJ, o III Workshop Cenários Prospectivos Futuros para o Uso de Energia em Transportes foi um grande sucesso (confira na íntegra). Elaborado pelos pesquisadores do Laboratório de Transportes de Carga – LTC, o evento contou com a participação de 76% do público esperado e superou as expectativas de acordo com as respostas obtidas pelos formulários de avaliação.

Os dados revelam que o evento foi muito bem avaliado por parte dos participantes que, diga-se de passagem, são importantes tomadores de decisão no setor de transporte nacional e internacional. Dos 76% dos participantes, 54% responderam ao formulário de avaliação, nele foram obtidos dados que apontam para uma avaliação positiva do evento.

Organização do evento/duração

No que diz respeito à organização do evento, a maioria (79%) classificou como excelente e o restante (21%) classificou como bom. Já quanto a duração do evento, a maioria (73%) classificou como excelente e a quase totalidade (95%) dos respondentes classificaram como excelente ou bom, o que demonstra a acertada decisão de realizar o evento em apenas um dia, o que deve ser mantido pelo LTC para outros eventos que estão por vir.

No que se refere ao tempo disponibilizado para debate e perguntas, 86% dos respondentes classificaram como excelente ou bom.

Relevância do conteúdo/Welcome coffee

Quanto à relevância do conteúdo apresentado no evento, a grande maioria (86%) classificou como excelente e o restante classificou como bom (14%).

Já quanto ao Welcome coffee, a grande maioria (91%) classificou como excelente ou bom e apenas 9% classificaram como regular.

Expectativas em relação ao evento

Nesta categoria 69% dos respondentes classificaram como superadas e 31% classificaram como plenamente atendidas. Logo, a totalidade dos respondentes tiveram suas expectativas em relação ao evento atendidas. Este resultado demonstra o sucesso absoluto do evento e indica que ele em nada decepcionou os participantes.

Próximos eventos

Nesta categoria o LTC bateu recorde, questionados se desejam participar de algum outro evento promovido pelo laboratório 100%, isso mesmo 100% dos respondentes disseram “com certeza”, assim sendo, estima-se um público cada vez maior e mais satisfeito com os eventos do LTC que ainda estão por vir.

“Temos uma equipe muito bem engajada e focada em obter excelentes resultados, o trabalho foi árduo, mas conseguimos fazer um grande evento” afirma o Prof. Márcio D’Agosto responsável pelo evento.

“Os anos de dedicação apurando os dados e buscando premissas que foram apresentados no evento foi compensada ao ver esse importante público servindo-se deles e apresentando novas propostas, pensar no crescimento sustentável do país por meio deste trabalho é indescritível” completa Daniel Gonçalves, pesquisador do LTC e responsável pela modelagem dos dados apresentados no evento.

O Laboratório trabalha em cima de um cronograma para 2018 que prevê outros eventos como este ao longo do ano, a ideia, além dos conteúdos dos eventos é atender as demandas menores avaliadas e superar ainda mais as bem avaliadas.

 

Laboratório de Transporte de Carga realiza o III Workshop Cenários Prospectivos Futuros para o Uso de Energia em Transportes no Brasil

Desta vez com uma visão sobre alternativas disruptivas

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A busca por inovações para o transporte de carga e passageiros é um tema cada vez mais frequente entre pesquisadores, governo e a iniciativa privada que estão sempre em busca de alternativas que venham a suprir as demandas do transporte de forma eficiente, com baixo custo e mínimo de emissão de gases do efeito estufa (GEE). Pensando nisso o Laboratório de Transportes de Carga (LTC), vinculado ao Programa de Engenharia de Transportes da COPPE/UFRJ, com apoio do CNPq e da CAPES, realizou no dia 18 de dezembro de 2017 o III Workshop Cenários Prospectivos Futuros para o Uso de Energia em Transportes. O evento ocorreu no auditório da COPPE na Cidade Universitária, Ilha do Fundão, Rio de Janeiro - RJ.

Na ocasião quatro palestrantes trouxeram suas ideias disruptivas para mudança do cenário de transportes no Brasil para os próximos anos, Adalberto Maluf Diretor de Sustentabilidade e Marketing da empresa BYD, maior fabricante de veículo elétricos do mundo, Jurandi Arruda Fundador da empresa Ecco Motor, pioneira no uso de hidrogênio em veículos no Brasil, Paulo Oliveira Consultor de Transportes do Banco Mundial e Ricardo Kenzo Diretor de Relações Institucionais da gigante Siemens. Estes especialistas palestraram para uma plateia formada por representantes de grandes empresas e instituições como Ministério das Cidades, Petrobrás, Agência nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Ipiranga, Scania, Greenpeace, GIZ, além de professores, pesquisadores e alunos da área de transporte.

Adalberto Maluf - BYDDiretor de Marketing e Sustentabilidade da BYD, maior fabricante de veículos elétricos do mundo, Adalberto Maluf foi o primeiro a discursar. Defendeu a ideia da eletrificação dos veículos via baterias, modelo usado em vários países na Europa e Ásia e que tem crescido vertiginosamente em boa parte do mundo. Maluf afirmou que as baterias da BYD têm cerca de 40 anos de durabilidade, veículos elétricos como ônibus por exemplo são muito mais eficientes e possuem um menor custo de manutenção se comparados aos ônibus movido a motores de combustão interna, são indiscutivelmente mais sustentáveis pois não emitem GEE, e em entrevista à assessoria de comunicação do LTC afirmou que a BYD tem ampliando ainda mais seu alcance no setor e tem total interesse em atender a demanda por veículos elétricos no Brasil. Maluf também criticou as mortes causadas pelos poluentes que são gerados pelos veículos com motores de combustão interna e prevê que os veículos elétricos são o futuro da mobilidade sustentável.

jurandi-arrudaDeterminado e empreendedor, Jurandi Arruda foi o segundo a palestrar, o fundador da empresa Ecco Motor defende a injeção de hidrogênio nos motores de combustão interna e afirma estar desenvolvendo um equipamento capaz de realizar essa transição energética. Segundo ele o uso do hidrogênio nos motores pode reduzir em 50% as emissões de CO2 e 77,97% de material particulado, gerando assim ganhos ambientais e tornando o custo com combustível mais viável, sobre tudo no atual período de retração econômica. Arruda afirmou que foram feitos testes recentes em sistemas de alimentação para os modos aquático e rodoviário. No primeiro houve redução de 15,7% no consumo de óleo diesel em uma viagem de barco de 10 dias entre Manaus e Belém e no segundo modo houve redução de cerca de 30% no consumo de combustível. A Ecco Motor já conquistou atestado de responsabilidade técnica (ART) e trabalha para certificar o resultado das emissões, o objetivo é alcançar a energia 100% limpa vindo do hidrogênio.

paulo-oliveiraDando sequência ao evento, Paulo Oliveira, Consultor de transportes do Banco Mundial, falou sobre a logística e o transporte de carga em cidades, defendendo a ideia de juntar forças entre órgãos e empresas públicas e privadas, para tentar reduzir a energia empregada na logística, fazendo com que essa solução seja implementada na cidade. O especialista criticou as proibições que acabam atrapalhando a prática da logística, como horários e restrições de circulação por exemplo, defendeu o uso do compartilhamento de veículos, vagas, recursos e afins, e em entrevista após a palestra fez duras críticas ao alto valor das atividades do last mile (entrega do produto ao consumidor final) devido a inúmeros fatores como violência, transito e dificuldade de acesso, sendo necessário rever os pontos que atrapalham a fluidez da logística urbana. Paulo falou ainda sobre o software GIULIA, um sistema de informação geográfica aberto, que poderá ser utilizado de forma gratuita para melhor entendimento dos impactos para a cidade decorrentes da implementação de iniciativas logísticas como entrega noturna, uso de bicicletas ou centros urbanos de carga.

ricardo-kenzoFechando as palestras Ricardo Kenzo, Diretor de Relações Institucionais da Siemens palestrou sobre eletrificação dos modos de transportes, principalmente o ferroviário. Kenzo ressaltou que a eletrificação é uma tendência global, tanto pela baixa emissão de GEE quanto pela eficiência energética que esse modelo gera para esses modos de transportes. Mencionando exemplos de rodovias e ferrovias eletrificadas na Europa, defendeu práticas de políticas públicas para trazer essa tecnologia para o Brasil e investimento na automação ferroviária (sinalização). Segundo Kenzo dos 30 mil km da malha ferroviária brasileira 18 mil km estão sem uso e sucateados, um desperdício de potencial desse modo de transporte. Com a eletrificação das ferrovias haveria ganho na eficiência energética e zero emissão de GEE. “Onde se leva a ferrovia se leva o desenvolvimento” completou o Diretor da Siemens.

marcio-dagostoCoordenador do LTC e organizador do evento o Prof. Marcio D’Agosto ressaltou a importância do trabalho em conjunto visando o avanço no conhecimento e aplicação das alternativas disruptivas, sendo elas tecnológicas ou não, para reduzir o consumo de energia nos meios de transportes e a preservação do meio ambiente, “precisamos continuar explorando essas alternativas, sempre visando a sustentabilidade, o ganho energético e o baixo consumo de insumos de produção” completou.


O evento foi bastante aplaudido e comentado pelos participantes que saíram satisfeitos com a sua qualidade e o conteúdo das informações compartilhadas.

“Fantástico! O evento juntou diversos parceiros para traçar o futuro do país”. Carlos Fernandes, Gerente-executivo de Pesquisa e Desenvolvimento da Scania.

“O evento reuniu as organizações para avaliarem os prós e contras das ações disruptivas”. Érica Marcos, Diretora Executiva da CNT.

“É um evento que veio para agregar informações e apoio aos estudos para o setor de transportes”. Marcelo Cavalcanti, Superintendente Adjunto da EPE.

“Tivemos uma manhã muito produtiva com grandes especialistas do setor”. Fernando Zingler, Diretor Executivo do IPTC.

“Um evento como esse é indispensável para debatermos a redução das emissões de GEE no transporte brasileiro”. Davi Martins, Campanha de Clima e Energia do Greenpeace.

A Professora Cíntia Machado pesquisadora do LTC, afirmou que um cronograma anual de eventos está sendo montado com início em 2018, abrangendo entre outros: os próximos workshops sobre Cenários Prospectivos Futuros para o Uso de Energia em Transportes, o já conceituado Workshop Logística e Megacidades e dois Workshops do Programa de Logística Verde Brasil – PLVB.

Clique aqui e confira apresentações dos palestrantes

Clique aqui e confira as fotos do evento

Confira mais sobre o evento

 

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