LTC

LayoutLTCYoutube 1 facebook-logo-button

Simulando o desempenho sustentável do transporte urbano de carga (TUC)

ensino-v2O transporte de carga é uma atividade vital para o bom desempenho na locomoção de cargas e prestação de serviços que compõem atividades básicas de ligação entre as unidades de transformação nas cadeias de suprimento. Sendo assim, de forma sintética, pode-se dizer que um bom sistema de transporte é responsável por aumentar a competitividade do mercado, à medida que possibilita que bens e serviços sejam comercializados, a preço competitivo, em lugares distantes de onde foram produzidos. Esta abrangência na comercialização de bens também potencializa a redução dos preços das mercadorias e a economia de escala na produção.

A locomoção de bens pode responder por 1/3 a 2/3 dos custos logísticos, que remontam de 7% a 9% do produto interno bruto (PIB) mundial e cerca de 12% do PIB brasileiro. No entanto, consome significativo volume de energia (entre 9% e 12% da energia consumida no mundo e cerca de 19% da energia consumida no Brasil), tem potencial de prejudicar a qualidade do ar local, gerar ruído e vibração, provocar acidentes, gerar resíduos sólidos e líquidos e contribuir com o aquecimento global que, atualmente, é o maior desafio ambiental do planeta.

Adicionalmente, os transportes respondem pelo crescente consumo de derivados de petróleo em todo o mundo, cerca de 0,5% ao ano nos últimos 35 anos, atingindo cerca de 62% (2.263 milhões de toneladas equivalentes de petróleo) do consumo desta fonte de energia não renovável em 2011.

Em função de seus esquemas operacionais típicos, associados à coleta e entrega de carga em área urbana, o Transporte Urbano de Carga (TUC) é realizado de forma dominante pelo modo rodoviário, responsável pelo consumo de 70% dos derivados de petróleo e 51% do óleo diesel para transportes em 2009 no Brasil.

Esta situação contribuiu para o aumento em 22% nas emissões de dióxido de carbono (CO2), principal gás de efeito estufa (GEE), pela atividade de transporte brasileira no período de 2000 a 2009, atingindo-se a marca de 145 milhões de toneladas anuais, dos quais 36% derivam do transporte de carga. Adicionalmente, esta atividade é responsável pelo uso ineficiente de energia e pela emissão de poluentes atmosféricos locais, como o monóxido de carbono (CO), hidrocarbonetos (HC), óxidos de nitrogênio (NOx), óxidos de enxofre (SOx) e material particulado (MP), cuja principal fonte em áreas urbanas é o transporte de pessoas e cargas, tendo este último contribuído predominantemente para a emissão histórica de NOx e MP, apresentando, para 2009, as frações de 56% e 59%, respectivamente.

Assim sendo, verifica-se o potencial de aprimoramento da gestão do TUC com a introdução de práticas que busquem melhor sustentabilidade desta atividade por meio de um conjunto de ações, na qual se destacam: a redução da intensidade de uso, a adequada escolha de modos de transporte e de equipamentos, a otimização do seu regime operacional, a introdução de sistemas de gestão da eficiência socioambiental, a introdução de novas tecnologias de propulsão e uso de fontes alternativas de energia.

A introdução destas práticas no ambiente das megacidades poderia trazer benefícios socioambientais consideráveis. Porém, promover tais práticas na vida real pode representar uma atividade custosa e sem garantias de sucesso, em especial em ambientes complexos, como as megacidades. Assim sendo, um procedimento capaz de simular os benefícios da introdução destas práticas, apontando previamente para aquelas mais promissoras representa uma contribuição importante a gestão sustentável do TUC.

Diante deste contexto, a Laboratório de Transporte desenvolveu um procedimento informatizado (planilha de Excel), capaz de simular o desempenho de soluções inovadoras com potencial de introduzir sustentabilidade ambiental em toda a cadeia de suprimento das empresas (suprimentos, que opera por meio de transferência e distribuição física, que está melhor associado a coleta e distribuição) e não apenas no TUC, que usualmente está melhor associado ao processo de distribuição física.

Além disso, optou por disponibilizar também o banco de dados contendo os fatores de emissão de gases de efeito estufa (GEE) e poluentes atmosféricos locais que subsidiam a aplicação da ferramenta informatizada de simulação.

É oportuno ressaltar que esta ferramenta está em fase de testes, portanto, toda e qualquer sugestão de aprimoramento será bem vinda!

Baixe as planilhas AQUI e avalie o desempenho sustentável não apenas do TUC, mas de toda a sua cadeia de suprimentos.

 

Volte ao topo
Zo2 Framework Settings

Select one of sample color schemes

Google Font

Menu Font
Body Font
Heading Font

Body

Background Color
Text Color
Link Color
Background Image

Top Wrapper

Background Color
Modules Title
Text Color
Link Color
Background Image

Header Wrapper

Background Color
Modules Title
Text Color
Link Color
Background Image

Mainmenu Wrapper

Background Color
Modules Title
Text Color
Link Color
Background Image

Slider Wrapper

Background Color
Modules Title
Text Color
Link Color
Background Image

Scroller Wrapper

Background Color
Modules Title
Text Color
Link Color
Background Image

Mainframe Wrapper

Background Color
Modules Title
Text Color
Link Color
Background Image

Bottom Scroller Wrapper

Background Color
Modules Title
Text Color
Link Color
Background Image

Bottom Scroller Wrapper

Background Color
Modules Title
Text Color
Link Color
Background Image

Bottom Menu Wrapper

Background Color
Modules Title
Text Color
Link Color
Background Image

Bottom Wrapper

Background Color
Modules Title
Text Color
Link Color
Background Image
Background Color
Modules Title
Text Color
Link Color
Background Image