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Volkswagen e Hyundai se unem à Aurora para viabilizar 'táxi autônomo'

Há alguns anos, vem-se falando nos carros autônomos, que independem de motoristas, funcionando por meio de sensores que identificam pedestres e obstáculos e serão programados para respeitar as leis de trânsito. Agora, a Hyundai e a Volkswagen anunciaram uma nova parceria com a Aurora, startup de tecnologia, e planejam disponibilizar até 2021 os veículos que "andam sozinhos", começando por serviços de transporte (como um serviço de táxi), oferecidos globalmente.

Volkswagen informou que há 6 meses vem trabalhando na integração de sensores, hardwares e softwares da Aurora, em seus veículos elétricos. Em 2021, o plano da Volkswagen é colocar os carros em cinco cidades pelo mundo, enquanto a Hyundai divulgou que pretende ter uma frota operando em escala comercial no mesmo ano. Alguns possíveis fatores que levam a esse primeiro passo comercial são os valores ainda inacessíveis do produto para o consumidor individual, bem como pendências ligadas ao uso em grandes centros urbanos, do ponto de vista político-legal.

Fonte:  Tecmundo

Qual é o impacto ambiental das viagens aéreas?

Embora viajar de avião esteja mais popular do que nunca, a maior parte da população mundial nunca pisou numa aeronave. Mas a tendência está mudando, e quem sofre é o meio ambiente. Voar menos será a única solução?

Em termos globais, as viagens de avião são menos populares do que se acredita: em 2017 apenas 3% da população mundial andou de avião, e não mais do que 18% já voou alguma vez na vida. Mas o quadro está mudando.

A Organização Internacional de Aviação Civil (Icao, na sigla em inglês), com sede no Canadá, estima em 3,7 bilhões o total de viajantes aéreos em 2016, e a cada ano, desde 2009, se estabelece um novo recorde.

Leia também: "Proteger o clima demanda mudança de hábitos"

Até 2035, a Associação Internacional de Transportes Aéreos (Iata) prevê um aumento para 7,2 bilhões de viajantes em aeronaves. Como os próprios aviões, os números só continuam subindo. E, diante do estrago que voar causa ao planeta, essas projeções dão o que pensar.

Muito além do dióxido de carbono

Muitos cálculos colocam a contribuição da aviação para as emissões globais de dióxido de carbono em apenas 2%, um número que a própria indústria costuma aceitar. Para Stefan Gössling, contudo, professor nas universidades suecas de Lund e Linnaeus e coeditor do livro Climate change and aviation: Issues, challenges and solutions ("Mudanças climáticas e aviação: Questões, desafios e soluções", em tradução livre), "essa é apenas metade da verdade".

Outras emissões da aviação têm efeitos adicionais sobre o aquecimento global: óxido de nitrogênio, vapor dꞌágua, material particulado, trilhas de condensação e alterações das nuvens do tipo cirro também contribuem para esquentar o clima.

"A contribuição do setor para o aquecimento global é pelo menos duas vezes maior que o efeito isolado do CO2", explicou Gössling à DW. Ele estima a impacto total dos voos de avião sobre a mudança climática em "no mínimo" 5%.

Contudo, mesmo aceitando-se uma participação de 2% nas emissões globais, causada por apenas 3% da população que voou em 2017, um grupo relativamente pequeno seria responsável por uma parcela desproporcionalmente grande das emissões de gases poluentes.

Há alguns anos, o grupo ambiental Germanwatch calculou que uma única pessoa voando entre a Alemanha e o Caribe, ida e volta, produz cerca de quatro toneladas métricas de CO2 – o mesmo volume de emissões danosas que 80 residentes médios da Tanzânia num ano inteiro.

"Num nível individual, não existe outra atividade humana que emita tanto em tão pouco tempo quanto a aviação, pois ela consome grande quantidade de energia", explica Gössling.

A calculadora de pegada ambiental da rede WWF é bastante elucidativa: até mesmo um ambientalista convicto, vegano, que aquece a casa com energia solar e vai para o trabalho de bicicleta, deixa de ser especialmente ecológico se continua a ocasionalmente viajar de avião. Pois bastam dois voos curtos e um longo por ano para transformar um ambientalista em vilão do clima.

Leia a matéria na íntegra AQUI

GM vai lançar carro autônomo sem volante em 2019

Reparou que boa parte dos projetos de carros autônomos atuais preserva o posto de motorista? Mas, quando esse tipo de veículo for comum nas ruas, não deverá ser assim. A General Motors já se prepara para esse futuro: a companhia foi à CES 2018 para apresentar uma versão do Chevrolet Bolt (ou Chevy Bolt) que não tem volante, tampouco pedais, só assentos para passageiros.

Não pense que o modelo é meramente um conceito que só servirá para exposições. A GM pretende colocar uma frota do novo Bolt — a quarta geração do modelo — para operar em serviços de táxis dos Estados Unidos já em 2019. O plano é produzir 2.500 unidades até o final do mesmo ano. A companhia já está cuidando dos processos para obter autorização dos órgãos competentes para fabricação e circulação dos veículos.

O projeto tem participação direta da Cruise Automation, startup especializada em tecnologia para veículos autônomos que a GM adquiriu em 2016. Obviamente, o veículo é baseado na plataforma elétrica do Chevrolet Bolt, mas possui as devidas adaptações para funcionar como um carro completamente autônomo.

Além da tecnologia que permite que o veículo se locomova sozinho, o novo Chevrolet Bolt foi equipado com um sistema inteligente de fechamento de portas, telas posicionadas no painel e na parte de trás dos bancos frontais que mostram mapa ou outras informações, além de várias camadas de segurança.

Uma das proteções é um botão de emergência que os passageiros podem acionar em caso de acidente ou falha, ainda que o sistema esteja programado para parar ou reduzir a velocidade do veículo ao detectar problemas.

Caso a GM obtenha as autorizações, os carros irão rodar em sete estados norte-americanos que permitem a circulação de veículos sem pedais e volantes. Mas, por óbvias questões de segurança, eles só trafegarão em vias predefinidas e serão monitorados o tempo todo.

Fonte:  Tecnoblog

 

Audi transporta en Alemania todos sus vehículos en trenes verdes

A partir de ahora, todo el transporte ferroviario para AUDI AG en Alemania está libre de emisiones de CO2 al trabajar con DB Cargo, adaptado para funcionar con electricidad verde. “Audi es la primera empresa en Alemania en organizar sus operaciones logísticas por ferrocarril para conseguir un balance neutral en CO2. Al cambiar al producto “DBeco plus” de DB Cargo, la compañía reducirá las emisiones de CO2 en más de 13.000 toneladas al año, logrando un hito importante en el camino hacia la producción con un balance neutro de emisiones de CO2”, dicen desde Audi.

Audi ha estado utilizando el transporte ferroviario “DBeco plus” desde 2010. Desde el 1 de agosto de ese año, los llamados “trenes verdes” han estado viajando desde Ingolstadt hasta el puerto de Emden, en el Mar del Norte. Audi es por lo tanto la primera compañía en utilizar trenes que funcionan con electricidad verde. Y desde 2012, los “trenes verdes” han estado transportando automóviles a Emden también desde la planta de Audi en Neckarsulm. Hasta ahora se han transportado casi 1,6 millones de vehículos, y se ha evitado la emisión a la atmósfera de 63.000 toneladas de CO2.

“Con este cambio, estamos reduciendo significativamente las emisiones de CO2 de nuestras operaciones logísticas y contribuimos de forma sostenible a la protección del clima”, declara Heiko Schultz, director de Logística de Transporte de AUDI AG. Siete años después del inicio del proyecto, todo el transporte de Audi con DB Cargo hacia y desde las dos plantas de producción en Alemania está ahora libre de CO2. Esto se aplica no sólo a los trenes que salen de las dos plantas alemanas, sino también a todo el transporte ferroviario de mercancías que llegan a las plantas, incluidos los componentes de producción y los materiales de los proveedores. Cada día, aproximadamente 25 trenes son cargados o descargados con materiales y vehículos en las dos plantas. “Estamos muy contentos de ser la primera empresa de logística ferroviaria en realizar nuestras operaciones de transporte libres de CO2 y, por lo tanto, de contribuir de forma importante al objetivo de Audi de conseguir una producción libre de CO2”, agrega Jens Nöldner, CEO de DB Cargo Logistics.

DB Cargo calculó primero el requerimiento energético específico para las operaciones de transporte de su producto “DBeco plus”. Para el transporte ferroviario real, DB Cargo sustituye completamente la cantidad de energía requerida con electricidad verde, que se obtiene exclusivamente de fuentes de energía renovables en Alemania. DB Cargo lleva a cabo sus servicios de transporte para Audi libres de CO2 y, además, invierte el diez por ciento de los ingresos en el desarrollo de instalaciones para producir o almacenar electricidad regenerativa.

Con el cambio al transporte ferroviario, Audi persigue su objetivo de conseguir una producción de vehículos con un balance absolutamente neutro de CO2 en un futuro próximo. En 2014, Audi fue la primera empresa en tener su huella de CO2 certificada según la norma mundial ISO 14064 y utiliza los resultados de esa certificación para derivar continuamente medidas para reducir su huella ambiental. La compañía ha analizado en detalle las emisiones durante todo el ciclo de vida de un automóvil, llevando a cabo medidas adecuadas para garantizar reducciones adicionales. Expertos de Dekra Certification GmbH y Dekra Certification Inc. han examinado y confirmado las fuentes de datos y los cálculos sobre los que se basó este procedimiento.

Fonte: Logística Profesional

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